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Encontros: Eric Clapton & John Mayall with The Blues Breakers – Hideaway (2012)

Depois de muitos anos, Eric Clapton volta às origens e toca com os Blues Breakers de John Mayall. Não há dúvidas, foram feitos um para os outros. Delícia.

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Memórias: Eric Clapton no Mineirinho – 11 de outubro de 1990

 

Vamos lembrar de um dos  momentos mais memoráveis que já vivemos aqui em BH. Em 1990, fomos surpreendidos com a confirmação de um show de Eric Clapton – “The God” – aqui no Mineirinho. Que se danassem a má acústica, a falta de estacionamento, a estrutura precária – não havia como perder. E lá fomos nós, eu e minha inseparável companheira, Eliana, sermos espremidos , empurrados, amarrotados, até sermos catapultados via um corredorzinho estreito para o dentro do sonho. É claro que o som não estava perfeito, mas a noite sim, e tome o nosso ídolo a menos e 30 metros de nós disparando sucessos que ouvíramos no rádio ou nos LPs: Layla, Cocaine, Wonderful Tonight, Badge. Foi demais. Inesquecível e inenarrável. Quem foi viveu uma catarse coletiva (Segundo Aristóteles, a “purificação” experimentada pelos espectadores, durante e após uma representação dramática) Quem se lembra deste show? Conte pra nós aqui a sua experiência.

O melhor deixei para o final. Não existe registro fonográfico daquele dia, mas consegui descobrir um Bootleg que registrou a passagem da mesma turnê “Journeyman” pelo Rio. Se você quiser lembrar quais as músicas ouvimos naquela noite procure em nosso parceiro Raras Músicas. E divirtam-se. Boa noite

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TOP TOP Músicas Românticas Internacionais

amor

Aproveitando o clima namoro/noivado/casamento, e escutando a trilha sonora romântica do almoço do domingo passado promovida pelo meu pai, resolvi resgatar o TOP-TOP (que estava sumido há tempos, concordo) e fazer um de músicas românticas, afinal todo mundo já teve um amor, uma dor de cotovelo, um filme tragédia favorito, e é claro que a música romântica faz parte destes momentos, correto? Como a maioria das músicas fala de amor eu vou selecionar somente internacionais neste post, para facilitar o meu trabalho e evitar as polêmicas. Vamos lá?

5. Wicked Game – Chris Isaac
Eu arrepio quando escuto essa música. Juro. Não sei se é o impacto “Ross and Rachel” que ela me causa (porque nossa, nada mais triste do que aquela cena da Rachel na janela após brigar com o Ross), mas eu acho ela impactante. É tão impactante que chega a ser baranga. E é tão baranga que chega a ser extremamente romântica. E o clipe? Dispensa comentários, assim como o agudo estendido de Chris Isaac no refrão: “no IIIIIIIIIIIIIIIII don’t wanna fall in love…”. Aliás, dúvida para o Guru do site, Mauro Kleber, Chris Isaac teve outro sucesso?

No clima desta dúvida, do agudo sensacional e do “We were on a Break” de Ross and Rachel “Wicked Game” é nosso 5º lugar!

4. Book of Love – Peter Gabriel
Quem já viu “Shall We Dance” (ou Dança Comigo em bom português)? Aposto que a maioria das mulheres já viu e se derreteu com a cena do Richard Gere subindo as escadas rolantes trazendo uma rosa para sua esposa, a Susan Sarandon, inclusive eu! Uma das responsáveis pela cena ser tão romântica é a música, Book of Love. A voz de Peter Gabriel é roucamente suave e linda, e eu acho que encaixa perfeitamente em uma música romântica. E a letra? “But I love it when you give me things, and you ought to give me weeding rings”. Lindo!

Por ser a trilha do “Shall We Dance”, pela letra e pela voz rouca de Peter Gabriel, “Book of Love” é nosso 4º lugar!

3. My Love – Paul McCartney
O amor entre Paul e Linda era muito grande. Era tão grande que o Paul até ignorava a falta de talento musical de sua esposa para deixar ela cantar e tocar em sua banda pós Beatles, o Wings. Mas Paul fez uma de suas músicas mais bonitas nesta época, que não envolvia a participação de Linda, mas que foi feita pra ela. “My Love” é simples, como todas as músicas do Paul, e quando você escuta até parece que você já conhece ela de algum outro lugar, por ser tão romântica. A letra é quase inteira baseada em my love, mas a frase campeã clichê do romance é “And when I go away, I know my heart can stay with my love, It’s understood”. Clássico.

Por ter a frase campeã clichê do romance e por ser o Paul “My Love” é o 3º lugar!

2- Last Goodbye – Jeff Buckley
Jeff Buckley é um romântico injustiçado. Suas músicas eram tão tristes que todos esqueciam que ele só queria falar de amor, e não importa se fosse uma música com desfecho infeliz como Last Goodbye, o importante era falar de amor. Nesta música o “eu-lírico” se despede de sua paixão propondo um último encontro, um último adeus. Junto com a voz suave de Jeff eu considero esta uma das músicas mais românticas que já ouvi, até arrepio!

Por ser um romântico injustiçado, Last Goodbye é nosso 2º lugar!

1- Wonderfull Tonight – Eric Clapton
Ok. Wonderfull Tonight é clich mas, se pensarmos racionalmente, é uma das músicas mais românticas já produzidas. Eric escreveu a letra em uma sentada, enquanto esperava sua namorada Pattie Boyd se arrumar, para irem a uma festa na casa de Paul e Linda McCartney. A letra é simples e descreve o que ele sentia enquanto esperava, e é nítido o tamanho da paixão de Eric por Pattie (já descrito inclusive em autobiografias e biografias não autorizadas do cantor) que foi transcrita para essa música. E a Pattie não é fraca não, além de inspirar Eric Clapton ela também foi a motivação para músicas como “Something” (que também merecia este primeiro lugar!), “I Need You” e “For You Blue” de George Harrisson, “Layla” também de Eric Clapton, além de também ter despertado o interesse de Mick Jagger e John Lennon. É mole?

Por ser uma música feita em uma sentada ao admirar a maior musa dos roqueiros da década de 70, “Wonderfull Tonight” é nosso 1º lugar!

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Os 50 Solos de Guitarra Mais Influentes do Rock – Parte III

Continuando a série:

#9 – Jeff Beck – Over Under Sideways Down (1966)

Porque é importante: ” Talvez nenhuma outra banda tenha inspirado tantos guitarristas quanto os Yardbirds. No clássico Over Under Sideways Down, Beck baseia-se nos sons viajantes da cítara, como na maior parte de suas gravações da época. Misturando loucuras modais e pentatônicas furiosas, este solo ainda se mantém como um dos melhores momentos de Beck – o que não é pouca coisa.” (Guitar Player)

Jeff Beck e a Fender Squire 1954 /Vox AC30

#10  –Albert King– Born Under a Bad Sign (1967)

Porque é importante: “São admiradores de Albert King: Stevie Ray Vaugham, Eric Clapton e Jimi Hendrix. Seu fraseado econônmico e os bends executados com autoridade são lição obrigatória para quem deseja tocar o blues rock.Em Born under a bad sign a Gibson Flying V de King geme, grita e move montanhas, graças a bends intensos e a um timbre penetrante que revela todas as nuanças do estilo King. Essa música também prova que embora Stevie Ray Vaugham e  Eric Clapton pudessem tocar Albert, como guitarristas eles não chegavam nem perto dele.” (Guitar Player)

Gibson Flying V                                               Albert King

#11  –Eric Clapton– Crossroads (1968)

Porque é importante: ” Eric “Slowhand” Clapton, mal sabia que depois de tocar no Winterland, em San Francisco (EUA) ele havia criado um molde para o que seria uma guitarra de blues rock uivante, lírica e expressiva. O primeiro solo de Clapton é um exemplo de intensidade guitarrística, enquanto o segundo vai ainda mais longe e chega ao climax. Nem uma única nota à toa, fraseado impecável e vibrato do mais alto nível de elegância – Clapton foi perfeito e uma nota a mais poderia estragar tudo.” (Guitar Player)

A guitarra:

Gibson ES 335 1964/Eric Clapton

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